CARLOS JÚNIOR Secretário Chefe de Gabinete do Prefeito Eduardo Siqueira Campos, é ADMIRADO PELOS VEREADORES DE PALMAS e cabe como luva a expressão idiomática: “paciência de Jó.”
Significa ter uma paciência extrema, quase ilimitada, ou uma capacidade excepcional de suportar adversidades sem perder a calma.
A origem vem da história bíblica de Jó, personagem do Antigo Testamento que sofreu inúmeras provações e perdas terríveis (perdeu seus bens, seus filhos e sua saúde), mas manteve sua fé e paciência durante todo o sofrimento.
É usada quando alguém demonstra capacidade notável de tolerar situações difíceis, frustrantes ou demoradas sem se irritar ou desistir.
O personal professor André Luiz (63)9 91 04 79 28 da cidade de Colinas do Tocantins, participou da centésima corrida internacional de São Silvestre realizada dia 31 de dezembro em São Paulo. 👇
O Tocantins tem uma relação curiosa com o próprio destino. É como aquele morador que reclama do telhado furado, mas insiste em chamar o mesmo pedreiro toda vez que chove. Não por falta de opção, mas por hábito.
Aqui, a política costuma funcionar como feira livre: escolhe-se pelo sorriso, pela conversa fácil, pelo jeito simples. Curraleiro, como se diz com certo carinho. Afinal, “é dos nossos”. E quando o assunto é passado, histórico ou biografia pública, o tocantinense muitas vezes prefere o atalho da memória curta. Pesquisa dá trabalho. Ídolo pronto é mais confortável.
O episódio recente do afastamento do governador envolvido em investigações e decisões judiciais relacionadas ao período mais sensível da nossa história recente, a pandemia, deveria ter servido como um espelho coletivo. Um momento raro de pausa. Uma chance de perguntar: é isso mesmo que aceitamos como normal?
Durante esse intervalo, o Estado foi conduzido por Laurez Moreira. Sem alarde. Sem espetáculo. Sem frases de efeito. Governou como quem administra uma casa grande: cuidando das contas, respeitando os ritos, mantendo a dignidade do cargo. Foi um governo de silêncio, porém eficiente e talvez por isso, tenha incomodado.
Mas eis que, por uma brecha daquelas que só a política brasileira produz com criatividade jurídica, o antigo mandatário retorna. Seus aliados festejam. Não porque desconheça os fatos, mas porque já se acostumou a eles. O desvio vira detalhe. A investigação vira perseguição. A prova vira “coisa de Brasília”.
No Tocantins, o problema raramente é o escândalo. O problema é quando ele deixa de escandalizar.
O famoso “rouba, mas é bom pra mim” aqui ganha sotaque, chapéu de palha e status de virtude. Como se honestidade fosse luxo. Como se seriedade fosse frescura. Como se governar corretamente fosse menos importante do que parecer próximo, simples, popular.
E é aí que mora a tragédia silenciosa. Porque enquanto se comemora o retorno do “meu camarada”, abre-se mão do correto. Troca-se o gestor pelo personagem. A ética pelo folclore. A biografia limpa pela popularidade ruidosa.
Laurez Moreira representa exatamente o oposto dessa lógica. Não é o homem da piada pronta. É o homem do histórico. Não é o político legal. É o gestor da estabilidade. Sua trajetória não depende de narrativas convenientes, mas de uma carreira construída sem atalhos, algo raro o suficiente para causar estranhamento.
Talvez o maior erro de Laurez tenha sido ser sério demais num Estado acostumado ao improviso moral.
A pergunta que fica não é sobre nomes. É sobre identidade.
Quem somos nós, afinal?
Um povo que exige honestidade ou que apenas tolera o erro quando ele vem embrulhado em carisma?
Um Estado que quer avançar ou que prefere repetir seus próprios vícios por medo de mudar?
O Tocantins não carece de líderes. Carece de escolha consciente.
E enquanto a política for decidida mais pelo afeto do que pela razão, continuaremos chamando de “normal” aquilo que, em qualquer outro lugar, seria inaceitável.
No fim, talvez o maior debate não seja quem governa.
Mas por que continuamos escolhendo da mesma forma. Avalie!
Matheus criou um grupo de watsap de apoio a Flávio Bolsonaro 2026.
Matheus, mora na cidade de Nova Olinda, vende e compra gado, idealizador e criador do grupo de watsapp #Flávio Bolsonaro 2026. Também um dos administradores (Otávio e Marclayton).
Enquanto a mídia enaltece o cúmplice (Amélio Cúmplice Cayres) de Wanderley Cesta Básica Barbosa. Seguem-se, cumprindo agenda institucional: o vice-governador Laurez Moreira, o senador Irajá Abreu e o deputado federal Vicentinho Júnior.
FIRMES POR UM TOCANTINS MELHOR E FORTALECIDOS POR MOSTRAR AOS TOCANTINENSES A MÁSCARA DO TEATRO ROMANO DE WANDERLEY CESTA BÁSICA BARBOSA, são bombardeados pelo grupinho “amamos cestas básicas ” com notícias falsas e difamatórias.
O GOVERNADOR WANDERLEI CESTA BÁSICA BARBOSA NÃO VENCEU, E SIM, PERDE O ESTADO DO TOCANTINS AFOGADO EM CORRUPÇÃO.
Não visualizo até o término, penso e acredito a luz de novos ocorridos que o STJ (provocado) concederá, não só afastamento, também, incluirá o presidente da ALETO.