
CADÊ O FUJÃO? O sumiço estratégico do Prefeito Kasarin diante do caos no Jardim Novo Progresso
COLINAS DO TOCANTINS – Em Colinas, a política ganhou um novo gênero literário: o suspense.
O enredo é simples, mas intrigante. De um lado, centenas de famílias do Loteamento Jardim Novo Progresso clamando por uma solução;
do outro, um vazio absoluto na cadeira do Executivo. A pergunta que ecoa nas esquinas e redes sociais é uma só: Onde está o Prefeito Josemar Kasarin?
A Gestão do “Eis-me aqui… mas mandei o Procurador”
Enquanto o problema do loteamento arde, Kasarin parece ter aderido ao programa de proteção à testemunha — ou apenas à conveniência.
O prefeito, que é mestre em aparecer em inaugurações com sorrisos ensaiados, subitamente desenvolveu uma alergia a conflitos sociais.
No lugar do “chefe”, quem dá a cara a tapa (e bota o peito no fogo) é o Procurador do Município, Willy Rego.
É Willy quem negocia, quem explica o inexplicável e quem tenta segurar as pontas de uma gestão que, politicamente, parece estar em modo “avião”.
O “Mudo” de Colinas
Chama a atenção a habilidade de Kasarin em silenciar quando a corda aperta.
Não há uma live, não há um vídeo de celular, não há sequer um aceno de solidariedade aos moradores.
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- O Contraste: Para festas e eventos de fachada, o prefeito é um flash.
- A Realidade: Para o Jardim Novo Progresso, o prefeito é um fantasma.
”A gente votou em um prefeito, mas parece que elegeu um homem invisível. Quem resolve é o advogado da prefeitura, mas cadê o homem que deu a palavra dele na campanha?”, questiona um morador, indignado com o descaso.
Procura-se um Prefeito
A ausência de Kasarin não é apenas falta de agenda; é falta de coragem política.
Delegar o problema jurídico ao Procurador é função administrativa, mas delegar a responsabilidade social de um prefeito é omissão.
Colinas assiste, perplexa, a uma prefeitura que funciona “por procuração”. Enquanto Willy Rego tenta apagar o incêndio, o prefeito Kasarin segue sendo o grande campeão de esconde-esconde da política tocantinense. Aparece, Kasarin! O povo não morde, só quer dignidade.

